Este café traz notas sensoriais de chocolate ao leite, maçã vermelha, cacau, xarope de bordo e caramelo. É um blend de arábicas lavados, composto por grãos da fazenda Nayarit Natural Plus, no México, da fazenda Balboa Cauca, em Cauca, na Colômbia, e da fazenda Worka Chelbessa, na Etiópia.
Recomendado para
Sabores
Torra e sabores
Origem
Blend (3)
🇺🇸 San Diego, Califórnia, Estados Unidos
A Torque é uma torrefação e cafeteria em City Heights, San Diego, fundada por Nanelle e Andy Newbom depois de mais de vinte anos atuando em quase todas as funções do setor: barista, mestre de torra, comprador de café verde, provador, juiz, beneficiador e importador. A empresa existe para enfrentar um desequilíbrio estrutural: o café é uma indústria de 400 bilhões de dólares, e cerca de 5% desse valor fica nos países onde ele é cultivado. A resposta da Torque é a precificação proporcional. Pelo menos 20% do preço de venda de cada pacote fica na origem, calculado com base no FOB para que o número possa ser comparado com qualquer outro café do mundo. Essa fatia aumenta nos pacotes maiores, porque a torrefação absorve o desconto por volume em vez de repassá-lo. O preço na origem define o preço de venda, então os 20% já estão embutidos desde o início, e não são devolvidos depois. As contas são públicas e o cálculo aparece em cada café. As relações com os produtores são antigas: Edwin Martinez desde 2004, Juan Diego de la Cerda desde 2008, depois de um leilão do Cup of Excellence, e Francisca Cubillo desde 2009. Somam-se a elas parcerias mais recentes na Etiópia, na Colômbia e no Burundi. A filosofia de torra gira em torno da doçura, com a torra lida em cada lote em vez de imposta a ele. Alguns cafés são lançados em dois perfis, um básico e um "plus", que prolonga a etapa de Maillard para extrair mais corpo do mesmo café verde. As Compositions reúnem em uma só xícara single origins torrados separadamente, entre eles Cocoa, Dark, Honey e Gum Drops. Quanto ao impacto ambiental, a Torque se recusa a declarar neutralidade de carbono por meio de compensações, argumentando que isso seria se apropriar do carbono do produtor. Em vez disso, busca o que chama de ser "carbon beautiful": embalagens totalmente recicláveis sem adesivos nem fita, envelopes de polpa reciclada pós-consumo impressos com tinta de soja, caixas de envio de bambu com certificação FSC e copos para viagem de bambu, sem madeira.
